A escrita, a princípio, tomou a forma de uma espécie de autoajuda para Milena Carvalho como ferramenta do processo de narração de um trauma sofrido. A recepção do livro pelos leitores adolescentes incentivou a autora a desenvolver um projeto com esse público.
Levando em conta a necessidade de falar sobre o tema da violência sexual contra crianças e adolescentes, o projeto A Cripta da Dor realiza rodas de leitura do Quem é essa mulher? nas escolas e reúne psicólogos, assistentes sociais, advogados e entidades públicas de defesa da criança e do adolescente para esclarecer, refletir e discutir com meninas e meninos conceitos sobre abuso e violência sexual.
A cripta da dor
A escrita, a princípio, tomou a forma de uma espécie de autoajuda para Milena Carvalho como ferramenta do processo de narração de um trauma sofrido. A recepção do livro pelos leitores adolescentes incentivou a autora a desenvolver um projeto com esse público.
Levando em conta a necessidade de falar sobre o tema da violência sexual contra crianças e adolescentes, o projeto A Cripta da Dor realiza rodas de leitura do Quem é essa mulher? nas escolas e reúne psicólogos, assistentes sociais, advogados e entidades públicas de defesa da criança e do adolescente para esclarecer, refletir e discutir com meninas e meninos conceitos sobre abuso e violência sexual.
A cripta da dor
Documentário poético realizado nas comunidades quilombolas de Conceição e Fortaleza dos Pretos, em Cururupu-MA. Com roteiro e direção de Milena Carvalho, o documentário teve sua estreia mundial no Avanca Film Festival, em Portugal; foi premiado no Festival Guarnicê de Cinema como melhor curta-metragem maranhense (troféu concedido pela Associação Brasileira de Documentaristas), melhor fotografia e melhor direção; e exibido no Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul, para Brasil, África, Caribe e outras Diásporas.
A saudade em um batuque
Sinopse
Com linguagem poética, pais, filhos e avós se entrelaçam com a ancestralidade do povo quilombola, que carrega histórias de despedida, de trabalhos hereditários e uma cultura marcada por tempos que se convergem.
Produção
A prosa poética, o roteiro e a direção são de Milena Carvalho. Com Roman Lechapelier, Gabriel Bruno, Anouk Mulard, Kaú Carvalho e Isabelle Medeiros na equipe, “A saudade”, como os amigos chamam carinhosamente, foi feita com esse exato sentimento. Mágima e Ribamar despertaram em todas as pessoas que estiveram no processo alguma lembrança, por coincidência, quem sabe, de uma despedida. A equipe foi formada por pessoas que moram longe de casa, países até. O filme só foi realizado por ter recebido o forte apoio da Associação das Comunidades Negras e Quilombolas de Conceição e Adjacências, e da Associação de Moradores Quilombolas do Povoado de Fortaleza.
A saudade em um batuque é resultado de uma pesquisa feita na primeira etapa de desenvolvimento do longa-metragem A Estrada, com o patrocínio do Mateus.
“Por que é que eu não volto? Por que é que eu não volto de uma vez por todas? Não chora, não, mãe, vou tomar conta de ti. E de mim.”
MILENA CARVALHO
João do Vale